Tuesday, 6 June 2017

Regras sobre a viscosidade de óleos

Várias são as especificações importantes para a compra de um óleo lubrificantes, seja para alguma aplicação industrial, como um lubrificante para compressor, ou até mesmo para aplicações mais corriqueiras, como o óleo do seu carro.

No blog da Texaco, encontramos um artigo bem legal do Delton Stabelini que explica um desses detalhes e numerações que você sempre encontra nas garrafas de óleo.

Então fica essa dica para você entender um pouco melhor só o que é isso, é uma leitura de 5 minutos que vai te deixar mais preparado por toda a vida.

Veja, aproveite!

SAE 5W-30, 10W-30, 15W-40. Essa numeração encontrada na embalagem dos óleos lubrificantes representa a viscosidade de cada produto. No entanto, não é todo mundo que consegue entender para que serve essa classificação: o que significam os números? E a letra “W”? E a sigla “SAE”?

É para responder essas perguntas que escrevemos esse post. Continue lendo e tire todas as suas dúvidas sobre o que é viscosidade do óleo lubrificante.

O que é viscosidade?

A viscosidade do óleo é uma das características mais importantes a se considerar na hora de escolher o melhor óleo lubrificante para o carro do cliente. Ela representa a fluidez que o óleo apresenta sob determinada temperatura. Nesse sentido os óleos mais viscosos são mais grossos, enquanto os menos viscosos são mais fluidos.

Na prática, a viscosidade funciona como uma faca de dois gumes: o produto tem que ser viscoso o suficiente para criar uma película protetora entre as partes do motor, mas não pode ser tão grosso a ponto de oferecer muita resistência ao movimento das peças.

A questão é que óleos lubrificantes mais viscosos exigem mais força para serem bombeados e fluem mais lentamente pelo motor. Os menos viscosos circulam com mais facilidade, permitindo uma lubrificação mais rápida e que alcança cada centímetro das peças. Essa excelente fluidez faz com que nenhuma parte se desgaste mais do que outra, diminuindo a necessidade de pequenas manutenções.

O que é SAE

SAE é uma sigla para a organização americana Society of Automotive Engineers ou Sociedade dos Engenheiros Automotivos. Essa instituição criou o parâmetro SAE para padronizar e classificar o grau de viscosidade dos óleos lubrificantes.

Multiviscosidade

Contudo, a indústria petroquímica teve muitos avanços tecnológicos nos últimos anos e conseguiu desenvolver óleos de qualidade gradativamente superior. São lubrificantes que dão mais tempo de vida útil ao motor, formam menos borra e rendem mais.

Uma das propriedades que permitiu essa melhoria é a multiviscosidade. A grande maioria dos óleos produzidos atualmente são multiviscosos: isso quer dizer que eles são capazes de apresentar fluidez diferentes de acordo com a temperatura do motor.

Os lubrificantes que citamos na introdução desse texto são óleos multiviscosos. Vamos explicar para você não ter mais dúvidas sobre como funciona.

Peguemos o óleo 5W-30 como exemplo: o 5W representa a viscosidade que esse produto apresenta quando o motor está em temperatura ambiente, ou seja, mais fria que durante o funcionamento. Nessa situação, ele se comporta como um óleo muito fluido, o que é excelente para partidas.

Esse mesmo óleo funciona como uma viscosidade de 30 – mais viscoso – no momento em que o motor está quente. Isso é ótimo porque um óleo muito fluido queimaria muito rápido devido à temperatura e não conseguiria lubrificar as peças plenamente.

Como saber qual óleo é mais ou menos viscoso

Não é preciso abrir o óleo para testar o grau de viscosidade. Quanto maior for a numeração na embalagem, maior a viscosidade do óleo. Vamos comparar os óleos 5W-30 e 10W-30 para facilitar o entendimento.

O óleo 5W-30 é mais fluido que o 10W-30 sob temperatura ambiente. Entretanto, ambos apresentam a mesma viscosidade – 30 – quando o motor está quente.

Como escolher o óleo com a viscosidade do óleo ideal para o carro

Aqui não tem segredo: a melhor orientação possível é seguir o Manual do Proprietário do veículo. A questão é que cada carro fabricado no mundo é testado diversas vezes até que se encontre o óleo lubrificante com o melhor custo-benefício para o rendimento do respectivo motor. Logo, escolher o óleo recomendado é a melhor maneira de extrair todo o potencial do motor do carro. Veja mais em https://blog.texaco.com.br/havoline/oleo-lubrificante/viscosidade-do-oleo/

Uma lição Visual

Veja agora uma lição visual do que seria essa diferença de viscosidade entre os óleos (queria fazer um desse com um Óleo Morlina Shell.

Impressionante não?

Essa forma de ver a diferença deixa muito mais claro tudo isso, e ajuda também a conseguir gravar esses detalhes, que as vezes ficam perdidos só em letras e números sem sentido.

Qualquer dúvida, é só falar com a gente.
Estamos a disposição.

Abraços!

Regras sobre a viscosidade de óleos é disponível em: www.lubrificanteslumo.com.br

Friday, 2 June 2017

Soluções para Guias e Barramentos desgastados

A lubrificação de guias e barramentos, as vezes também chamados de trilhos são, como todas as outras formas de remoção de atrito entre superfícies, essenciais para o funcionamento correto de grandes maquinas industriais.

Soluções para guias

As tecnologias estão tornando essa lubrificação cada vez mais eficiente com a utilização de nanoparticulas e também de guias autolubrificantes, muito mais eficientes do que as graxas.

Cada um desses elementos tem seus prós e contras; alguns são mais caros e funcionam muito bem enquanto outros tem um preço mais em conta mas provocam um aquecimento levemente maior.
Dependendo das superfícies de trabalho é feita a escolha do óleo lubrificante.

Veja esse vídeo abaixo que mostra um exemplo de nanotecnologia aplicada a barramentos.
O vídeo mostra uma visão x5000 do que seria o atrito entre duas superfícies supostamente lisas quando observadas a olho nu.

Nossas opções para guias e barramentos

Nossa loja conta com uma categoria de óleos lubrificantes para guias e barramentos, com diversas opções - e sempre aumentando - de produtos disponíveis, entre eles o óleo Tonna Shell S3 68, nosso carro chefe.

Além disso sempre adicionamos novas informações nos nossos perfis sociais, que você pode encontrar listados em https://en.gravatar.com/lubrificanteslumo.

Veja também outras informações no site da Lubricants Total, acesse http://www.lubricants.total.com/lubinfo/all-about-lubricants.html e veja como anda essa tecnologia também fora do Brasil.

O artigo Soluções para Guias e Barramentos desgastados foi originalmente publicada em: LUMO Distribuidora de Lubrificantes

Monday, 29 May 2017

Mancais e Rolamentos

Vamos ver nesse post, além de um vídeo sobre lubrificação de mancais e rolamentos uma explicação mais profunda sobre esse processo e essas peças.

O primeiro vídeo foi uma aula do Telecurso 2000, que sempre teve (no passado ainda mais) na educação brasileira, principalmente na área industrial.

Técnicas Lubrificação em Mancais de Rolamentos

A teoria básica e mais simples, mas existem alguns detalhes específicos para que essas peças funcionem com o menor nível de atrito possível.

Para isso, veja essas informações que pegamos do site Ebah, mostrando alguns dos principais Conceitos e também dos Tipos de Lubrificação.

A principal forma de desgaste de mancais e rolamentos ocorre em virtude do atrito. Os mancais de deslizamento são aqueles que necessitam de uma maior quantidade de óleo lubrificantes, em função do grande atrito entre o eixo e a bucha. Os rolamentos necessitam de uma menor quantidade de lubrificantes em comparação ao mancal de deslizamento, no entanto uma boa lubrificação ainda é primordial para o bom funcionamento do equipamento e para uma grande durabilidade da peça.

Conceitos de Lubrificação

A lubrificação é definida como qualquer processo que reduza o atrito entre superfícies em movimento. É definido como lubrificante qualquer substância utilizada com esse propósito. Um óleo lubrificante realiza essa tarefa através de um filme (ou película), que inibe o contato direto entre as duas superfícies, reduzindo o desgaste e a força necessária para colocar o sistema em movimento, conforme pode ser observado na figura 5.

Imagem explicativa da lubrificação entre duas superfícies

Figura 5. Exemplo de película de óleo entre duas superfícies metálicas
Fonte: SHELL, ano desconhecido, p. 4.

Além de reduzir o atrito, outras funções da lubrificação são: refrigerar ou esfriar, inibindo superaquecimento do dispositivo; reduz vibrações, que podem causar danos ao equipamento; proteger contra corrosão e impurezas; além de casos especiais em que atuam como vedante, na transmissão da força e como isolante.

Segundo NORTON, existem quatro tipos básicos de lubrificantes, que são: líquidos, que podem ser subdivididos em minerais, sintéticos ou mistos, considerando que sua principal propriedade a ser avaliada é a sua viscosidade, mas também possui outras características relativas à sua aplicação que variam de acordo com os aditivos com os quais são fabricados; sólidos, como o grafite, que são geralmente empregados em aplicações de elevada temperatura; graxas, que são utilizadas quando é importante reter o lubrificante no local de aplicação e não há outra forma de desempenhar essa tarefa; e gases, que são utilizados com esse propósito apenas em aplicações específicas.

A viscosidade de um óleo pode ser definida como a resistência deste a uma tensão de cisalhamento. Basicamente, um óleo de baixa viscosidade gera um filme fino, sendo insuficiente para evitar o contato das duas superfícies satisfatoriamente. Por outro lado, um óleo de viscosidade acima da recomendada para o equipamento pode gerar um atrito maior, causando superaquecimento, além de não possuir a fluidez necessária para ser distribuído por todo equipamento na taxa recomendada. Assim, sempre deve ser adotado um óleo conforme as recomendações do fabricante do equipamento, a exemplo do óleo Morlina Shell S2 BL 10. Quando for necessário selecionar um lubrificante, o principal aspecto a ser analisado é a viscosidade e a sua variação com a temperatura (indicada pelo índice de viscosidade), embora para cada aplicação haja aspectos específicos a serem analisados, como tipo do equipamento, ambiente, corrosão, entre outros.

Tipos de lubrificação

De acordo com SKF ROLAMENTOS, existem cinco formas principais de lubrificação:

- Hidrodinâmica: Separa as superfícies de carregamento de carga do mancal por um filme relativamente espesso de lubrificante, a fim de prevenir o contato metal-metal. Este tipo de lubrificação não depende da introdução do lubrificante por pressão, mas requer a existência de um suprimento adequado constantemente. A lubrificação hidrodinâmica também é conhecida como lubrificação de filme completo ou fluida;

- Hidrostática: Usa o ar ou água como lubrificante, introduzido na área de suporte de carga, a uma pressão alta o suficiente que possa separar as superfícies com um filme relativamente espesso de lubrificante. Então ao contrário da hidrodinâmica, esse tipo de lubrificação não requer movimento entre uma superfície e outra. Essa lubrificação deve ser considerada no projeto de mancais em que as velocidades são pequenas ou zero e a resistência friccional deve ser a mínima absoluta;

- Elastoidrodinâmica: O lubrificante é introduzido entre duas superfícies que estão em contato rolante, tais como engrenagens acopladores e mancais de rolamento;

- Contorno: A diminuição da viscosidade do lubrificante se deve, a uma queda na velocidade móvel, uma diminuição de lubrificante enviado ao mancal, aumento na carga do mancal ou na temperatura do lubrificante. Contribuindo para uma diminuição da espessura do filme de lubrificante caracterizando a lubrificação de contorno, pois as maiores impurezas estão separadas por uma fina camada de lubrificante.

- Filme sólido: Quando mancais têm que ser operados a temperaturas muito elevadas, um lubrificante de filme sólido, como o grafite ou o dissulfeto de molibdênio, deve ser utilizado, pois os óleos minerais ordinários não são 100% indicados para este caso.

As superfícies de contato em mancais de rolamento apresentam um movimento relativo que é igualmente rolante e deslizante. Se a velocidade relativa das superfícies é alta o suficiente, então a ação lubrificante é hidrodinâmica. Veja mais em http://www.ebah.com.br/content/ABAAAeq_oAL/manutencao-lubrificacao-mancais-rolamento-rolamentos-industriais?part=2

Além dessas informações veja também os nossos outros perfis sociais no Gravatar.

Sempre estamos postando novidades sobre todo o universo industrial.

Forte abraço a todos, fiquem com Deus!

O seguinte artigo Mancais e Rolamentos foi inicialmente publicada para: lubrificanteslumo.com.br

Tuesday, 23 May 2017

Como Remover Graxa das Mãos [VÍDEO!]

Quem trabalha com graxa sabe exatamente o problema que é.

Ela gruda de um jeito MUITO pior do que óleo, é impressionante! (e BEM chato...)

Por isso, para toda a galera que diariamente mete a mão na graxa, fica aqui esse vídeo com a dica de como se livrar dela!

Mas dicas para limpeza

Bem, a dica mais importante de todas é NÃO SE SUJE!

Pode parecer óbvio mas a forma mais simples de "limpar" é não sujar.

Dependendo da classificação da graxa ela pode ser mais fácil ou mais difícil de remover. As mais densas e que resistem mais, como a Graxa Gadus Shell S2 V 220 2, costumam ser as mais complicadas. As também de preço inferior costumam se piores.

Engraçado que algumas pessoas acham as graxas da Molykote mais fáceis de limpar do que as da Shell, mesmo a formulação sendo bem parecida - quase idêntica!

Muitas vezes é legal pensar nas vantagens e desvantagens de se usar a graxa: em muitos casos um óleo lubrificante seria o ideal, além de poupar a sujeira pós uso.

E é isso, é um post simples, só pra dar um jeito nesse problema "clássico".

Como Remover Graxa das Mãos [VÍDEO!] é republicado de: https://lubrificanteslumo.com.br

Monday, 15 May 2017

História dos Lubrificantes [com VÍDEO]

Óleo Lubrificante Hidráulico - História da ProduçãoJá se perguntou como surgiram os primeiros lubrificantes ou como era antigamente um lubrificante hidráulico?

Essas e outras perguntas nós queremos responder nesse post, onde vamos contar algumas das partes mais curiosas da história dos lubrificantes.

Como tudo começou

O produtos a base de petróleo dominam no mercado. Antigamente eram utilizados compostos animais e vegetais.

Edwin Drake traçou o futuro dos lubrificantes - na descoberta da utilização do óleo para utilização em equipamentos pesados.

Como eram mais baratos e suportavam o calor muito melhor, logo substituíram todas as outras versões de lubrificantes.

O primeiro óleo para motor era literalmente petróleo cru - sem nenhuma purificação ou refino.
Ou seja, ia totalmente sujo para o motor, causando vários problemas.

A variação de viscosidade do óleo influenciado pelo calor também era um grande problema para a utilização.

Mais calor, ficava mais fluido e menos viscoso. E no equipamento frio, ele ficava menos fluido, mais grosso e mais difícil de correr pelo sistema.

Porém, quando muito quente ele começa a lubrificar pouco, por ficar muito fluido... o que era um grande problema em sua utilização.

Começou-se então a fazer um tratamento mais complexo do óleo.

A evolução dos lubrificantes

Novos óleos conseguem fazer o contrário - ficar mais viscoso com o aumento de calor, trazendo os benefícios de ser fluido, quando frio, na partida do motor, e depois bem viscoso durante a utilização, protegendo mais as partes móveis.

A adição de aditivos foi muito importante na lubrificação de sistemas com diferencial automatizado.

A graxa é uma combinação de um lubrificante líquido e de um emulsificante que age como uma esponja, conseguindo uma consistência semi-sólida, fazendo com que ele se mantenha em lugares que lubrificantes líquidos escorreriam ou seriam arremessados para longe por causa da alta rotação.

São utilizados também em telescópios, para manter a sua rotação suave, através da injeção de alta pressão de óleo para praticamente suportar a ferradura de movimento do telescópio, fazendo com que a peça super pesada possa deslizar sobre a fina camada de óleo.

Vídeo sobre a história

Veja abaixo um vídeo ainda mais detalhado sobre a história desses lubrificantes.

Não se esqueça também de conferir nossos outros posts!

Abraços!

O seguinte texto História dos Lubrificantes [com VÍDEO] é disponível em: Lubrificantes LUMO Blog

Friday, 12 May 2017

Vídeo Curioso sobre Produção de Graxa Lubrificante

Estamos começando a começando a popular mais esse blog!

O objetivo é que você conheça um pouco mais do mundo dos lubrificantes industriais, desde a sua produção até a sua aplicação.

Em um outro post falamos exatamente a melhor maneira de lubrificar a corrente da sua moto.

Hoje vamos mostrar um vídeo que exemplifica a produção em pequena escala de graxa lubrificante.

Além disso - sei que não é do interesse de todos - mas anexei aqui um trabalho que fala com mais detalhes sobre as graxas especificas para lubrificação em facilidades industriais.

É provavelmente uma leitura meio pesada, mas fica como curiosidade aos leitores mais ávidos.

E não se esqueça de seguir a gente no Twitter!

Vira e mexe colocamos lá também várias das nossas novas matérias em várias plataformas!

Qualquer dúvida é só falar por aqui!

Estamos sempre dispostos a responder qualquer questão! Abraço!

Vídeo Curioso sobre Produção de Graxa Lubrificante é cortesia de: lubrificanteslumo.com.br

Wednesday, 12 April 2017

Perfil da Fabricante – conheça a origem dos produtos

Veja aqui uma reportagem realizada com a Lumobras sobre a história da empresa.

Completando 55 anos em 2017, a empresa já tem tradição de distribuição de lubrificantes especiais para todo o Brasil

Veja mais informações no vídeo abaixo:

A reportagem na integra você pode encontrar na Edição 17 da Revista LubGrax.

 

Gostou? Ficou alguma dúvida sobre a empresa?
Qualquer coisa é só deixar um comentário aqui na página que responderemos assim que possível!

O blogpost Perfil da Fabricante – conheça a origem dos produtos foi originalmente publicada para: lubrificanteslumo.com.br